Um salve para as garotas que gostam de calcinhas enormes e nada sensuais
Estou no trabalho; mas eu realmente gostaria de estar em casa, vendo um musical. Digo mais, gostaria de estar esparramada só de calcinha no sofá da sala me empanturrando do mais puro Nutella de colher, cantar a trilha sonora de forma errada e desafinada também faz parte do cenário. Hoje moro com dezenas de milhares de pessoas e não passo um único segundo da minha vida sozinha. Tô lá, toda vestida, suando litros e assistindo GloboNews com meu pai. Nessas horas que lembro da minha longa estadia no México. Dispunha de um belo quarto com wireless e ar-condicionado. Tudo bem que eu só ficava de calcinha pois nenhuma outra roupa co
A terrível prática do Email
Victor,Apesar da demora para responder esse email, sinto que preciso começar com a seguinte poesia que só não ganhou o Nobel por um mero descaso daqueles caras da Suécia, ou seja lá onde essa laureação é concedida: Tabaco ou maconha,O que te envergonha?Eu não sou menos dignoPorque eu fumo maconha.Rima né? Tenho um problema, estou completamente obcecada, (não sei escrever obc[sc]ecada, confesso: nem tudo que é gramatical me faz ir a loucura. Aliás, obcecada me lembra John Secada que talvez seja um cantor ou um ator, tanto fa
Um pedaço de madeira e a alegria de estar vivo
Sempre sou presenteada com livros e foi com assombro que recebi um pequeno Santo Antônio esculpido em madeira da minha adorável irmã. Olhei para o objeto, achei-o bastante simpático e colorido, mas confesso que não sabia o que fazer com ele. Resolvi deixá-lo ao lado da cama, junto do remédio da tireóide e da revista Corpo a Corpo com a Adriane Galisteu. Caso você não seja uma mulher decadente como eu, saiba que o tal santo tem a fama de ser casamenteiro. Pois bem, depois recebi
Uma pequena amostra do glorioso jornalismo feito em algumas regiões de Santa Catarina
Duas senhoras atravessam a rua em Blumenau Ontem, por volta das duas da tarde, duas senhoras atravessaram a rua Lauro Muller no centro de Blumenau. A aposentada Maria Weisteindorff, 63, disse que estava com sua colega de bordado Rita Esteinbaum, 76, quando decidiu atravessar a rua. O objetivo, segundo ela, era chegar ao outro lado. "Primeiro nos posicionamos na faixa de pedestres, mas foi só quando o sinal ficou vermelho que decidimos atravessar", informou a aposentada. De acordo com o guarda de
Not enough data.
Calculated for blogs with 20+ followers.
Questions? contact: networkedblogs@ninua.com
Copyright (C) 2008, Ninua, Inc.