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ponto pro artista (e um chute na canela da crÃtica)
Cada vez mais que leio crÃtica, mais entendo porque grande parte dos artistas não se incomoda em ler o que escrevem sobre eles.
Estou cansado de ler coisas como:
- David Foster Wallace alcançou uma plasticidade linguÃstica e um grau de inventividade que remete a John Berryman e Honoré Daumier;
- António Lobo Antunes é um gênio que resgata o melhor de Nabokov;
- Win Butler é um cantor versátil: lembra David Bowie, Bruce Springsteen. No novo disco de sua banda, canta como Neil Young.
A eterna remissão ao cânone (ou a alguém que criou algo similar antes do artista) me irrita profundamente. Oras – todos sabemos que não há nada de origin
sobre quadrinhos e sonhos
Quando criança, aprendi a ler através das tiras em quadrinhos do Edmonton Sun. As minhas tiras favoritas eram as do Garfield e The family circus. Com o tempo, fui criando verdadeira devoção pelo Family Circus, chegava a pedir os livros deles de presente de natal.
Dos gibis à literatura, foi um salto rápido. Mas sempre mantive minha paixão pela “nona arte” como atividade paralela.
Quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescer, eu sempre respondia que o meu sonho era ser roteirista e desenhista de quadrinhos. Flertei muito com esse sonho, que jamais se
interlúdio (1): os homens e suas instituições
“Cut these words and they will bleed; they are vascular and alive.”
Emerson sobre Montaigne
“A scar is what happens when the word in made of flesh.”
Leonard Cohen, no romance The favourite game
As instituições são necessárias? Ao longo da série sobre a pós-modernidade (ou o que quer que você, leitor, quiser chamar a contemporaneidade), eu fiz duras crÃticas a muitas instituições, sempre falando a partir do meu ponto de vista, da minha vivência – sempre tentando incorporar na minha vida a reflexão. Como só falo dos assuntos que me int
em defesa da pós-modernidade (2): estudar filosofia e literatura
A série segue analisando alguns dos sintomas desta nova perspectiva pós-moderna. Os dramas humanos permanecem os mesmos, mudou apenas a forma de expressar essa angústia. Começo pelo estudo de filosofia e literatura.
O advento dos meios digitais de transmissão da informação, além de acelerar a velocidade com que “sabemos” as coisas, tornou o conhecimento algo muito fugaz. Claro que isso por um lado, é benéfico: pessoas que jamais tiveram acesso diário à mÃ
em defesa da pós-modernidade (o que quer que isso signifique)
“Now, smell the rain of London it still insists
That we beg for our purity
As if we are pure in the rain of our contentment
As if I can think of this no more.”
(Jeff Buckley, music: Vancouver – Album: Sketches for my sweetheart the drunk)
Tenho, como sempre, mantido muitas conversas com muitas pessoas, e o descontentamento é geral. Todo mundo sofre de bipolaridade, todo mundo está sofrendo por alguma desilusão amorosa, todo mundo sofre pela falta que o dinheiro faz, todo mundo sofre porque o emprego é ruim, todo mundo sof
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