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ninguém ama ema

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Blog Name: ninguém ama ema
Url: http://ninguemamaema.blogspot.com/
Language: Portuguese
Topics: texto, text
Description: textos de alberto augusto miranda
Popularity: 29 Followers

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Dria e Caim
A primeira culpação era orientada para a paisagem. Todos os textos erótico-bíblicos, bem como outros de jaez alterarco-religioso tinham assinatura de macho. O que sobre tais textos era litigável não punha em causa a testicular origem. Alejandra Pizarnik chamava-lhes, com proprietarismo e negação, textículos. Esses avatares em ships alojados nos ventres proliferavam as cantigas de escárnio e não-dizer.Tal posição primária, no cardápio kamasutriano, convocava altos e baixos. Como dizer da canzana? Fraternal? À Frentre e a Trás? Os monstros dioclecianos e toda a titularidade obs_cena negavam o que lhes entranhava: os maravedis
catre dos alicerces
Disse Aloja Fundes, entre ruidos de podcast:-E o que são os dias para tu estares no apocalíptico stress de os preencher?Rast Manuel da Eira, desprivilegiado na sua transcendência meditacional, dilatou órbitas em forma de resposta:-Dá-me uma amêndoa amarga com peixinhos a boiar.Numa mesa de plástico horrível, lendo o pasquim local, o record e a bola, possuído sonoramente pelas televisões, Zuleima abandonou o cortelho da inexistência. Compõs o xaile, disse à Gena "Põe na Conta" e lampejou pela taberna escura:-Os dias são pseudo-unhas no catre dos alicerces.
uma história do princípio do século
encontro com o capitao em petim Dig, uma conversa jargo no sobrevoo do alvão. Brétemas mesmo quando chamadas ossanas em linguagem kapel.Quase tudo era um carro, mesmo na espécie das hastes recepcionadoras das estações. "Fiquem com o céu! Fiquem com o céu! Não quero nada Disso".O ronco proliferava vulcânico nas termas flaviáticas, o extra-ordinário café em assento na Ponte. O deserto imenso tingia as cores arqueológicas cinzentadas pela noite neónica e pelo fumo cimbalino dos boulevards marâneos. De bolso em bolso, fomos jogar Vilar no esplendor das tetas e das bo
se calhar está morta
Rodei o cilindro com álcool e lassidão. O silêncio ao alcance de um dedo. Ao rodar o cilindro, as minhas existências rodava. Em super8: nada se fixava, nenhuma imagem preponderava. Todas as vidas se tinham transformado em filme, os filmes revogavam agora o próprio acto que os vulcanizara, eram um cemitério de prazeres. “Vou ver aquelas mortes da Ilha do Lobo, amanhã vejo as que fizeste para o teu enxoval cinéfilo”. As narrativas rodavam o tambor quando a iluminação alagou o objecto, massacrando-o com o anacronismo. A redenção vocal das enfermeiras de telemóvel outorgou-me temporalmente o mito do Pénix Renascido. As imperia
escreva na cabeça
Os fins justificam os inícios.Estando na jamaica, pensaria por este lados do bairro alto: "o que é que isto ar_rasta?". Pude então conjugar a realidade dura com a modança. Os espíritos desanuviavam a cabeça de cabelos. Os novos seres brotoavam verduras e frutas. A autonomia ganhava à capilaridade, perdiam-se os desgostos da alopécia. Na manquitude de figuras brandonianas que executavam o peditório, o etéreo bugigango soprou-me: "não está ninguém, tudo se dispersa, tudo não fica". Olhei a montra: pinks, bruxabraques, ai podes. Disse-lhe: "acabo de encontrar no 28 para a Graç

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