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O meu livro de poemas · 1w ago

1855 (do que nos constitui) - Still crazy after all these years

Still Crazy After All These YearsI met my old loverOn the street last nightShe seemed so glad to see meI just smiledAnd we talked about some old timesAnd we drank ourselves some beers
O meu livro de poemas · 2W ago

1854 (do que nos constitui) - Le plat pays

Le plat paysAvec la mer du Nord pour dernier terrain vagueEt des vagues de dunes pour arrêter les vaguesEt de vagues rochers que les marées dépassentEt qui ont à jamais le cœur à marée basse...
O meu livro de poemas · 1M ago

1853 - (Da cidadania) A poesia não vai à missa,

A poesia não vai à missa, não obedece ao sino da paróquia,prefere atiçar os seus cãesàs pernas de deus e dos cobradoresde impostos.Língua de fogo do não,caminho estreitoe surdo da abdicação,...
O meu livro de poemas · 2M ago

1852 (Do que nos faz únicos) - Prefiro a rua do Ouro

Fui rejeitado a cotovelo pelos saldosVi um ourives preso ao alfinete da gravataA caprichar em filigranasCom uma pé-de-avestruz americanaO cheiro do café recém-moído transportou-me a outras p...
O meu livro de poemas · 3M ago

1491 (Do belo) - Joana Francesa

Joana Francesa Tu ris, tu mens trop Tu pleures, tu meurs trop Tu as le tropique Dans le sang et sur la peau Je me dit loucura e de torpor Já é madrugada D'accord d'accord d'accord d'accord ...
O meu livro de poemas · 4M ago

1490 (do abjecto) - Tisanas

"Era uma vez duas serpentes que não gostavam uma da outra. Um dia encontraram-se num caminho muito estreito e como não gostavam uma da outra devoraram-se mutuamente. Quando cada uma devorou ...
O meu livro de poemas · 4M ago

1489 (do que somos feitos) Acontecer

AcontecerRasgo as ondasrisco o ventotrago um mar revoltoum rombono meu peito.Raspo as asas no lençol de estrelasde uma noite branca.Sei que um dia destesheide acontecer.José Fanha
O meu livro de poemas · 4M ago

1488 (do amor) - Endechas a Barbara escrava

Endechas a Barbara escrava A üa cativa com quem andava d´amores na Índia chamada bárboraAquela cativa, que me tem cativo,porque nela vivo, já não quer que viva.Eu nunca vi rosa, que em suave...
O meu livro de poemas · 5M ago

1487 (da condição humana) - Travessia do Deserto

Travessia do deserto Que caminho tão longo!Que viagem tão comprida!Que deserto tão grandeSem fronteira nem medida!Águas do pensamentoVinde regar o sustentoDa minha vida.Este peso caladoQueim...
O meu livro de poemas · 5M ago

1846 (do espanto de existir) Pára-me de repente o Pensamento ...

SONETOPára-me de repente o Pensamento ...- Como que de repente refreado Na Douda Correria em que levado ...- Anda em busca da paz, do esquecimento... Pára Surpreso... Escrutador... AtentoCom...