Add Your Blog | | Signup
O meu livro de poemas · 6d ago

1861 (da condição humana) Obrigado querida Adelaide

Para ser grande, sê inteiro: nadaPara ser grande, sê inteiro: nada        Teu exagera ou exclui.Sê todo em cada coisa. Põe quanto és        No mínimo que fazes.Assim em cada lago a lua toda ...
O meu livro de poemas · 1W ago

1860 (Do amor) - La Valse à mille temps

La Valse à Mille Temps Au premier temps de la valseToute seule tu souris déjàAu premier temps de la valseJe suis seul mais je t'aperçoisEt Paris qui bat la mesureParis qui mesure notre émoiE...
O meu livro de poemas · 3W ago

1859 (Do Amor) - O meu amor tem lábios de silêncio

O meu livro de poemas · 3W ago

1858 (do amor) - Sem amor

Sem AmorViver sem amorÉ como não ter para onde irEm nenhum lugarEncontrar casa ou mundo.É contemplar o não-acontecerO lugar onde tudo já não éOnde tudo se transformaNo recintoDe onde tudo se...
O meu livro de poemas · 1M ago

1857 (de sentido da vida) Eu hei-de envelhecer assim

Eu hei-de envelhecer assimEu hei-de envelhecer assim,a fugir à frente dó tempo, sem parar,a correr atrás do tempo, sem conseguir?Eu hei-de envelhecer assim,a sonhar, por ofício, um mês de Ab...
O meu livro de poemas · 1M ago

1856 (do real) - El Maestro

El Maestro Con el alma en una nube y el cuepo como un lamento viene el problema del pueblo viene el maestro el cura cree que es ateo y el alcalde comunista y el cabo jefe de puesto piensa qu...
O meu livro de poemas · 2M ago

1855 (do que nos constitui) - Still crazy after all these years

Still Crazy After All These YearsI met my old loverOn the street last nightShe seemed so glad to see meI just smiledAnd we talked about some old timesAnd we drank ourselves some beers
O meu livro de poemas · 2M ago

1854 (do que nos constitui) - Le plat pays

Le plat paysAvec la mer du Nord pour dernier terrain vagueEt des vagues de dunes pour arrêter les vaguesEt de vagues rochers que les marées dépassentEt qui ont à jamais le cœur à marée basse...
O meu livro de poemas · 3M ago

1853 - (Da cidadania) A poesia não vai à missa,

A poesia não vai à missa, não obedece ao sino da paróquia,prefere atiçar os seus cãesàs pernas de deus e dos cobradoresde impostos.Língua de fogo do não,caminho estreitoe surdo da abdicação,...
O meu livro de poemas · 3M ago

1852 (Do que nos faz únicos) - Prefiro a rua do Ouro

Fui rejeitado a cotovelo pelos saldosVi um ourives preso ao alfinete da gravataA caprichar em filigranasCom uma pé-de-avestruz americanaO cheiro do café recém-moído transportou-me a outras p...